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domingo, 18 de setembro de 2011

Personalidade jurídica reconhecida ao nascituro no Estado de Alabama (EUA)

"Mediante una decisión unánime el viernes 9 de setiembre del 2011, la Corte Suprema de Alabama amplió la protección legal para el embrion y/o el feto cuando determinó que la Ley de Alabama sobre homicidio culposo se puede aplicar a un niño no nacido en cualquier etapa de desarrollo. Esto significa que un delincuente puede ser juzgado civilmente por la muerte de un niño no nacido, independientemente de la viabilidad del niño.

April Mack tenía 12 semanas del embarazo del Bebé Mack en septiembre de 2007, cuando ella y su novio tuvieron un accidente automovilístico que más tarde le provocó un aborto involuntario de su hijo por nacer."
LA CORTE SUPREMA DE ALABAMA RECONOCE LA PERSONALIDAD JURIDICA DEL NIÑO NO NACIDO

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Mary Wagner : fixem o nome desta mulher!

Mary Wagner é uma mulher canadiana de 36 anos de idade, de compleição física franzina, que já foi presa várias vezes, desde 1999, pela polícia canadiana pelo crime de oferecer rosas às mulheres que aguardam na sala de espera de clínicas abortistas do Canadá.




quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Por que sou intolerante


Os valores da ética têm que ser universais, intemporais, racionalmente fundamentados e facilmente distinguíveis nas suas características principais.

Vivemos num tempo em que temos necessariamente que ser intolerantes. Não nos podemos esquecer que foi devido à tolerância dada em relação ao regime nazi por parte das elites políticas das décadas de 20 e 30 do século passado, que se deu o a II Guerra Mundial e o Holocausto Nazi. E foi devido à tolerância concedida em relação ao golpe-de-estado de Outubro de 1917 na Rússia que aconteceram os Gulag e uma série infindável de atrocidades e crimes contra a humanidade.

Porém, naquele tempo a opinião pública e publicada era ainda muito débil; pelo contrário, hoje já não temos a desculpa de nos escudarmos por detrás das elites, política e outras: temos voz própria e maior acesso à informação. “Vemos ouvimos e lemos, não podemos ignorar” (Padre Fanhais).

A necessidade da intolerância tem que ser, contudo, racionalmente fundamentada, ou seja, temos que saber (ou ter consciência) por que somos intolerantes em relação a certas ideias e comportamentos, e não propriamente em relação a pessoas entendidas como tal. Pode acontecer que em função da nossa intolerância racionalmente fundamentada em relação a determinadas ideias, algumas pessoas venham também a ser alvo da nossa intolerância por defenderem as ideias que não toleramos: mas aqui não se trata de um problema de discriminação directa de pessoas, mas antes de uma discriminação indirecta que resulta da necessidade de destrinçar claramente as ideias que são objecto da minha intolerância racional.

Para fundamentar racionalmente a minha intolerância em relação a determinadas ideias, eu devo tentar sempre seguir a lógica. Não se trata, da minha parte, de uma fé ou crença cega segundo a qual eu afirmo a minha certeza quando sigo o imperativo da minha intolerância: trata-se antes de seguir a lógica ou — reduzindo a minha posição à crença que todos os seres humanos têm, cada um à sua maneira — de seguir uma fé racional na procura da verdade (ou uma crença racionalmente fundamentada); ou seja, não se trata de obedecer a uma certeza, mas de procurar a verdade e de a reconhecer quando fundamentada na razão.

Não posso tolerar que alguém me diga, por exemplo, que 1 + 1 = 1367 somente porque alegadamente devemos tolerar quem pensa de forma diferente, mesmo que de forma errada. Parece-me lógico que 1+1=2,  ou seja, que esta hipótese aritmética ou teoria está errada; e por isso, não há objectivamente nenhuma razão para a tolerar, e aqui a intolerância não só é legítima como é mesmo necessária para evitar que o erro alastre e assuma a forma de uma verdade que não existe como tal (como aconteceu, por exemplo e em circunstâncias infaustas, em 1933, na Alemanha).






terça-feira, 13 de setembro de 2011

Petição para novo referendo sobre o aborto

Do Portugal Profundo: Petição para novo referendo sobre o aborto:

"Tendo em conta o abuso e banalização do aborto, tornado em muitos casos um método anti-concepcional alternativo, a regressão demográfica, e até o incumprimento da lei de liberalização, é hora de chamar novamente o povo a pronunciar-se para revogar a liberalização e promoção deste crime contra a vida. O balanço da lei de liberalização do aborto, que o tornou gratuito, prioritário nas cirurgias nos hospitais face a doenças mortais (como o cancro) e até face a grávidas em risco, e subsidiado como se fosse uma gravidez, é trágico, conforme se pode verificar no estudo realizado em Fevereiro de 2011, pela Federação Portuguesa pela Vida, «Liberalização do Aborto em Portugal, 4 Anos Depois»:"

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